sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Sobre a escrita

Quando se aproxima o feriado mais detestável de todos, a tendência do mundo em ficar cinza se exacerba, assim como a minha de ficar casmurra.

Tudo não só parece, como ESTÁ, sem sentido. Só a certeza de que todos nós estamos, com certeza, sozinhos.

E Stendhal escrevia, que coincidência, em 1822:

"Escrevemos ao acaso, cada um afirmando o que lhe parece verdadeiro, e cada um desmentindo o vizinho, em momentos diferentes. Vejo igualmente nossos livros ocmo bilhetes de loteria; não têm na verdade nenhum valor. A posteridade, ao olvidar uns e reimprimir outros, vai declarar quais os bilhetes ganhadores."

Isso está em STENDHAL. Pensées et réflexions. Org. Henri Martineau. Paris: Plon, 1975.

Mas eu li em SALIBA, E.T. As utopias românticas. 2a ed. São Paulo: Estação Liberdade, 2002. O livro estava na biblioteca da FE desde 2006 e, ao que tudo indica, ninguém o havia tocado até agora.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Animais de estimação

Eu sei, eu sei todas as críticas que podem ser feitas. E é claro que nós não damos Pedigree pros nossos cães. O Aquiles prefere comer rato e lagartixa.

Mas é tão lindo...


http://www.adotaretudodebom.com.br/

Ao amanhecer, com chuva

São José dos Campos fica linda ao amanhecer, com chuva. Toda cinza, o ônibus passa, parece, lentamente pela Dutra e lembra a frente de outra casa em Ponta Grossa. Os olhos ainda embotados pelo sono não permitem ver os detalhes, aproveito a viagem para ler ou dormir mais um pouco?

Acabo sempre fazendo das duas coisas. Meio a meio.

E assim o equilíbrio entre duas pessoas e entre três cidades se constitui.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Cartilha sobre orgânicos

Liminar contra orientação a produtos orgânicos

A cartilha "O Olho do Consumidor"produzida pelo Ministério da
Agricultura, com arte do Ziraldo, para divulgar a criação do Selo do
SISORG (Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade Orgânica) que
pretende padronizar, identificar e valorizar produtos orgânicos,
orientando o consumidor.

Infelizmente, a multinacional de sementes transgênicas Monsanto
obteve uma liminar de mandado de segurança que impediu sua
distribuição. O arquivo foi inclusive retirado do site do Ministério
(o link está "vazio").

Em autêntica desobediência civil e resistência pacífica à medida de
força, estamos distribuindo eletrônicamente a cartilha.
Se você concorda com esta idéia, continue a distribuição para seus
amigos e conhecidos.

Dá para baixar aqui.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Desnutrição, HIV, malária, cólera...

Que saco essa gripe, que chateação, ninguém fala de outra coisa.

Ainda bem que sempre temos vozes dissonantes.

Esse texto parece estar rolando pela net e foi adaptado por André Luis Rosa e Silva.

PANDEMIA DE LUCRO - Reflexões sobre a "Gripe suína" (quem realmente é suíno por aqui?)

A IRONIA NO SEU MELHOR ESTILO:
3000 pessoas contraem a "Gripe H1N1" e o mundo todo corre para comprar máscaras anti-sépticas,
remédios com eficiência questionável, álcool em gel. No entanto, há 25 milhões de pessoas contaminadas
pelo HIV e não há a mesma paranoia pelo uso dos preservativos...

Interesses econômicos excusos e lucros milionários movimentam-se silenciosamente por detrás da paranoia sobre a contaminação pela influenza H1N1.

A Malária mata milhões de pessoas por ano, no mundo todo. Não existe uma vacina contra a malária, mas a prevenção é bastante simples: mosquiteiros, repelentes. Porém, não há uma comoção mundial nos noticiários sobre isso.

Por conta da desnutrição, mais ou menos 2 milhões de crianças morrem com diarréia, anualmente, no mundo. Para curar a diarréia, usa-se um soro que custa 25 centavos de dólar. Onde está a comoção mundial da mídia a respeito dessas mortes completamente evitáveis?

O sarampo e a pneumonia, enfermidades curáveis com vacinas e métodos preventivos baratos, provocam a morte de 10 milhões de pessoas a cada ano.
Cadê os editoriais da Folha de São Paulo, Gazeta do Povo, Estado de São Paulo, The New York Times, El País. La Nación, a respeito???

Há cerca de dez anos, ocorreu o surto da chamada "gripe aviária", "gripe do frango", "gripe asiática"; e aí, jornais do mundo todo colocaram em primeira página manchetes atemorizantes, que prenunciavam o fim do mundo. Trataram o assunto como a mais perigosa de todas as epidemias que já atingiram a humanidade. Uma Pandemia! Só se falava da terrível e letal enfermidade das aves, que poderia provocar a morte de milhões, talvez bilhões, se não fosse controlada.

Porém, o surto foi controlado e ao final, constatou-se que a gripe aviária havia matado ... menos de 500 pessoas, em 10 anos. 50 mortos por ano...

Comparativamente, a gripe comum mata cerca de meio milhão de pessoas por ano. São 500 mil contra 50.

Não parece que existe algo errado? Algo de podre no Reino da Dinamarca? A pergunta que não quer calar: POR QUE SE ARMOU UM ESCÂNDALO MUNDIAL SOBRE UMA DOENÇA QUE MATOU 500 PESSOAS, SE UMA DOENÇA MUITO MAIS COMUM MATA MIL VEZES MAIS POR ANO???

A resposta talvez seja: porque por detrás dos pobres "frangos" possa existir um "galo" vermelho, de crista grande, chamado "LUCRO". Um lucro que chega a apenas alguns "criadores", mais especificamente, as indústrias farmacêuticas multinacionais.

O medicamento "TAMIFLU", produzido pela multinacional La Roche (A.F. Hoffmann-La Roche, LTD., com sede na Suíça), vendeu milhões de doses aos países asiáticos, como forma de prevenção. O governo britânico comprou 14 milhões de doses.
Entretanto, a eficácia do Tamiflu foi contestada por especialistas de diversos países. Ainda assim, La Roche lucrou astronomicamente, porque a paranoia serve como publicidade barata para venda de remédios em escala mundial. 10 cápsulas do Tamiflu 30 mg custam a bagatela de US$88,65 (oitenta e oito dólares e sessenta e cinco cents).
Interessante, não?

Agora, em 2009, temos um novo surto de manchetes de primeira página, alertando a população mundial contra a "nova gripe", a "gripe suína", Influenza H1N1. No Brasil, hoje (1 de agosto de 2009), enquanto escrevo, cinco estados mais o Distrito Federal decretaram suspensão às aulas, como maneira de previnir o surto da "gripe mortal". Entretanto, segundo dados do Ministério da Saúde, morreram no país 378 pessoas de Influenza H1N1, até agora.
A taxa de mortalidade é de 0,2% da população. Maiores informações: http://portal.saude.gov.br/saude/ (acessado agorinha mesmo, às 15h41).

Assim mesmo, em Curitiba, onde estive a passear, de férias,ontem, num frio de 9 graus, típico da capital paranaense, eu vi coisas que jamais havia visto antes: curitibanos abrindo as janelas do coletivo, independente do frio, bancos vazios, pessoas se afastando de quem quer que estivesse com máscara, pessoas se equilibrando em pé para não tocar nos corrimões. Além da paranoia: casais de amigos grávidos evitando sair de casa, mães que não levam mais crianças aos parquinhos, escolas fechadas no estado inteiro,a Justiça do Trabalho que suspendeu audiências e a conversa sobre "a gripe", onde quer que se esteja. Com a ausÊncia do Tamiflu nas farmácias paranaenses, nasceu uma nova modalidade de "importação": agora, nossos muambeiros trazem na bagagem o famigerado medicamento, com o ágio de costume, e sem as garantias legais.
A Gazeta do Povo estampou na primeira página: Escolas e faculdades suspendem as aulas(29 de junho). "Medo da Gripe A deixa 650 mil sem aula no PR" (29 de junho).
Reflexões:
Com a chamada "gripe aviária" os laboratórios La Roche e Relenza, os dois maiores fabricantes dos antivirais antivirais, obtiveram bilhões de dólares de lucro, nos últimos dez anos.
Primeiro, as aves. Agora, os suínos. A psicose da gripe "suína" tomou conta dos noticiários do mundo todo.
Acabou-se a "crise econômica". A recessão da economia dos EUA não dá mais manchete, nem a guerra no Afeganistão. A violência nas grandes cidades brasileiras está no banco de reservas. O caos do trÂnsito em São Paulo sumiu. A intransigência do prefeito Kassab quanto ao transporte público, virou nota de rodapé. A fome no Nordeste é demodè. A violência contra trabalhadores e povos indígenas no Pará, Acre, Mato Grosso écoisa de petista. A destruição da Floresta pelos latifúndios de soja e gado não merece atenção. O derretimento das calotas polares fica pro ano que vem. As redes neo-nazistas no Centro-Sul do Brasil é balela.
Tudo acabado, agora é a vez da Gripe "Suína". Se atrás dos frangos havia um Grande Galo, não haverá atrás dos suínos um Grande Javali do lucro?

A empresa norte-americana Gilead Sciences, que por acaso tem por principal acionista o senhor Donald Rumsfeld, ex-secretário de Defesa do governo Bush, um dos principais incentivadores da guerra contra o Iraque e contra o Afeganistão, um dos pais da paranoia global anti-terrorismo nos anos do Governo Bush, é a detentora da patente do TAMIFLU.
Enquanto os paranaenses, mineiros, gaúchos, e outras pessoas dos "países em desenvolvimento" assumem a paranoia e promovem uma corrida às farmácias, os acionistas de grandes empresas farmacêuticas multinacionais esfregam as mãos e brilham os olhos com duas cifras, aguardando os lucros bilionários.

A pandemia real é o lucro, os lucros astronômicos de pessoas sem escrúpulos, que ganham com a alienação em escala global.


É inegável a necessidade de precaução que se tomam pelos países. Mas se a Influenza H1N1 é realmente uma pandemia tão terrível como anunciam os meios de comunicação, que causa tanta preocupação à OMS, chefiada pela Doutora Margaret Chan, POR QUE A OMS NÃO DECLARA A GRIPE UM PROBLEMA DE SAÚDE MUNDIAL E DÁ SEU AVAL PARA A FABRICAÇÃO DOS MEDICAMENTOS GENÉRICOS NECESSÁRIOS PARA COMBATÊ-LA, e assim, combate também os LUCROS de Rumsfeld e companhia?
A distriubiução de medicamentos genéricos e gratuitos às populações de todos os países, em especial os mais pobres, seria uma maneira humanitária, inteligente, realista e sincera de se combater esse mal do século 21.


REPASSEM ESTA MENSAGEM POR TODOS OS LADOS, COMO SE TRATASSE DE UMA VACINA, PARA QUE TODOS CONHEÇAM A REALIDADE DESTA "PANDEMIA". O pior mal que pode nos assolar é a ALIENAÇÃO, a escravidão às opiniões alheias, em especial dos grandes grupos econômicos, sejam farmacêuticos, políticos ou midiáticos.

Obviamente, os meios de comunicação divulgam apenas o que interessa aos patrocinadores, não aos ouvintes e leitores. Mas o boca a boca pode fazer a diferença.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Maus

Uma HQ que conta a história de uma família judia que passou pelos campos de concentração. Os judeus são ratos, os alemães gatos, os americanos cachorros, os franceses sapos, poloneses porcos... Uma linda história, comovente. Eu, é claro, terminei a história às lágrimas.

Tenho em PDF, quem quiser manda um email...

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Trapo

Quando eu li Trapo pela primeira vez, terminei o livro num sábado de manhã. O livro me tocou profundamente e chorei muito quando acabou. Sinto saudades de Trapo até hoje. Isso foi em 2002.

No tempo em que havia Feira do Livro em Ponta Grossa, o Cristóvão Tezza deu uma palestra. Que cara simpático! E tinha aberto um buraco dentro de mim, naquela manhã de sábado. No entanto, ainda o vejo como um cara simpático de meia idade, cuja trajetória me agrada acompanhar desde que possível.

E agora, isso...

"Resposta de Tezza".

Dá pra acreditar? Tem razão, Janaína... a escola nunca vai ensinar a pensar desse jeito. O estômago chega a dar voltas quando pensamos nesses absurdos.

Em que se plantando tudo dá

Olha só que lindo!!!!

http://artigo.zip.net/

E o que é melhor? Eu estarei em PG nesse dia!!! uahahahahahahahah!!!

sábado, 4 de julho de 2009

Livros - questão de escolha?

É cada absurdo que a gente vê por aí que não tem como não se manifestar.

Ainda bem que o grande Ben Hur está sempre atento para nos avisar.

Editorial Gazeta do Povo, 01/07/2009

Livros, questão de escolha

Todas as cidades do Paraná contam com bibliotecas públicas à disposição da população. Isso na teoria. A realidade desmente a animadora estatística do Ministério da Cultura (Minc) em pelo menos seis municípios do estado: Adrianópolis, Agudos do Sul, Bocaiuva do Sul, Inajá, Iracema do Oeste e Itaúna do Sul. Como mostrou no domingo a reportagem da Gazeta do Povo, nessas localidades até há livros, mas faltam espaços para que as obras cumpram o destino de chegar às mãos dos leitores. O caso dá a medida da tarefa que o ministério tem pela frente para cumprir a meta de zerar o número de cidades brasileiras sem biblioteca até o fim de julho.

Maior que o problema quantitativo -- a ser resolvido pelo efetivo cumprimento da meta federal e por programas estaduais como o paranaense Biblioteca Cidadã -- é o desafio da qualidade. Desafio que toma dimensão ainda maior quando envolve a escolha de obras destinadas a bibliotecas escolares. Um episódio recente, ocorrido em União da Vitória, chama a atenção para essa questão.

Surpresos com a enorme procura dos adolescentes por dois títulos específicos, os educadores da Escola Estadual São Cristóvão descobriram que cenas de pornografia, violência e pedofilia é que estavam despertando o interesse dos jovens leitores para os livros, que chegaram até o colégio por meio do Programa Nacional das Bibliotecas Escolares (PNBE), do Ministério da Educação. Constatada a inadequação dos conteúdos, o diretor da escola, Jair Brugnago, também vereador em União da Vitória, entrou com ação no Ministério Público para pedir que todos os exemplares de Amor à Brasileira – que reúne vários contos, dentre eles um de Dalton Trevisan -- e Um Contrato com Deus, do escritor americano Will Eisner, fossem retirados das escolas da cidade. Decisão semelhante foi tomada pelo Núcleo Regional de Educação de Foz do Iguaçu. Essas medidas chegaram a ser confundidas com censura, o que indica o quanto a cultura da aceitação automática, sem questionamentos, está instalada no universo escolar.

O que se passou em União da Vitória e em Foz do Iguaçu foi a reação possível diante de uma situação que chegou ao extremo porque os mecanismos anteriores falharam. Afinal, as obras que desembarcam nas estantes das escolas públicas são resultado de algumas escolhas. A primeira delas se dá na esfera editorial. Em grande medida, as editoras definem o que os estudantes brasileiros vão ler durante o ano letivo, pois escolhem quais originais vão ou não para a impressão, quais obras serão ou não reeditadas. Essas empresas nem sempre tomam suas decisões de forma independente, pois lutam entre si para terem os títulos “apadrinhados” por programas oficiais. Segundo a Câmara Brasileira do Livro, cerca de 60% dos títulos editados no Brasil são comprados pelos governos para distribuição em programas escolares. Como é óbvio, um grande número de autores não consegue passar pelo crivo do mercado editorial. Curiosamente, a ninguém ocorre dizer que as editoras “censuram” os títulos recusados. Fica entendido que se trata de uma seleção.

A escolha seguinte se dá na esfera das políticas públicas. No caso do governo federal, cabe à comissão de educadores do PNBE selecionar, no universo de títulos disponíveis, quais são os mais adequados para os estudantes. Kits como o que chegou à Escola Estadual São Cristóvão, de União da Vitória, são resultado dessa decisão. Os que são destinados ao ensino médio contêm no máximo 273 títulos (caso das instituições com mais de 500 alunos). É fácil, portanto, dar pela falta de um imenso número de escritores da literatura nacional e mundial. Teriam sido censurados? É evidente que não. Seria pouco razoável queixar-se de que uma ou outra obra não fazem parte da lista. Afinal, há mais títulos “ausentes” do que “presentes”. Cabe, portanto, a abordagem inversa. Se as preferências recaem sobre um certo conjunto de títulos, isso indica que os responsáveis pela seleção consideram esses livros como os mais indicados para os estudantes brasileiros. É sob essa perspectiva que se pergunta: Amor à Brasileira e Um Contrato com Deus são realmente as escolhas mais adequadas, dentre tantas possíveis, para nossos estudantes? Claramente, não é esse o caso. Tanto assim que mesmo quem inicialmente viu censura na decisão de Brugnago ficou perplexo com o teor de uma das obras em questão: na entrevista que concedeu a uma emissora de rádio de Curitiba, Brugnago foi desafiado pelo radialista a comprovar o despropósito do conteúdo. Com a leitura de um trecho pelo diretor, o constrangimento ficou nítido. Tanto que só restou ao entrevistador chamar os comerciais.

A inadequação da escolha é evidente. Para explicar a opção pelos títulos em um programa federal, restam, portanto, duas hipóteses: despreparo ou negligência. Como se vê, o caso não é de censura.



Em 02 de JULHO, coluna do leitor

Leitura 2

Li o editorial da Gazeta de 1º/7 com o titulo “Livro, questão de escolha”, no qual o jornal trata da polêmica relacionada aos livros Amor à Brasileira e Um contrato com Deus recebidos nas bibliotecas do Paraná inclusive em União da Vitória e Foz do Iguaçu. Minha surpresa fica por conta da opinião de que não houve censura e sim despreparo ou negligência por parte das autoridades federais. Livro é livro, aqui ou na China. Ler e refletir sobre o que se lê: eis o motivo da leitura. Estamos falando de alunos de ensino médio e não de educação infantil. Uma boa biblioteca deve ter qualquer tipo de publicação legalmente encontrável no território nacional. A prevalecer a opinião dos educadores (de Foz do Iguaçu e de União da Vitória), somente eles estão certos. O restante dos diretores cujas escolas receberam as obras estão errados. Logo, em União da Vitória e em Foz não se pode ler Jorge Amado, principalmente o título Tocaia Grande. A cultura e a arte estão e sempre estarão em confronto com o que se chama de “moral e bons costumes”.

Antônio Francisco da Silva

Enviei um comentário também. Para ler, clique aqui. Aff, que coisa clichê esse clique aqui...

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Princesa do Oeste

São tantas as coincidências que nem sei o que fazer com elas. Limito-me, como os positivistas, a registrar:

Um dos apelidos de Campinas, além de Cidade das Andorinhas, é "PRINCESA DO OESTE".

Eu que vim da Princesa dos Campos, aqui me sinto em casa!!!